3ª Edição do inRes já começou

Está de volta mais uma edição do inRes – Entrepreneurship in Residence – iniciativa de aceleração de negócios do Programa Carnegie Mellon Portugal (CMU Portugal).

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Capacitar os participantes e afinar conceitos de produto/serviço e de negócio com vista ao desenvolvimento de um plano para a imersão de sete semanas nos Estados Unidos é o objetivo principal.

O inRes inicia-se em Portugal, com quatro workshops. Segue-se um período no campus de Pittsburgh e de Silicon Valley da CMU. O programa vai consolidar a presença no maior aglomerado de indústrias de tecnologias de ponta do mundo, onde estão incluídas algumas das maiores empresas e investidores.

Desta forma, “damos às equipas uma oportunidade de formação relevante, em que, neste primeiro momento, podem usufruir de workshops intensivos, e começar a trabalhar numa rede de contactos mais alargada, nomeadamente através do acesso a especialistas e mentores”, afirma João Claro, diretor nacional do Programa CMU Portugal e coordenador do inRes.

Este ano a equipa de mentores do inRes conta com o envolvimento e participação de Robb Myer, empreendedor residente da  Mellon University (CMU), fundador e ex-presidente da start-up NoWait.

As equipas selecionadas para a primeira fase da 3ª edição do inRes e os respetivos produtos são:

All in Surf – tecnologia aplicada a atividades desportivas de deslize aquático que maximiza a eficácia das medições e facilita a aplicação prática da melhor evidência existente, procurando o aperfeiçoamento da prática desportiva;

Helppier – serviço de software online que permite criar ajudas interativas para um site ou aplicação web, num curto período de tempo;

James – solução de software para gestores de risco que permite utilizar algoritmos avançados para evitar o crédito malparado;

Smart Insole – palmilha flexível e equipada com sensores que permite a adaptação do produto a qualquer tipo de calçado e segundo as necessidades do utilizador;

Wireless Link – sistema que melhora a velocidade e a qualidade da transmissão vídeo de drones, em direto.

As equipas selecionadas são provenientes de Lisboa, Leiria, Aveiro, Coimbra e Porto e possuem fortes ligações a universidades e centros de investigação, designadamente o Instituto de Telecomunicações, o Instituto Politécnico de Leiria, o Instituto de Sistemas e Robótica, a Universidade de Coimbra e a Universidade do Porto.

A participação no inRes assume-se como uma plataforma relevante que poderá abrir portas e contactos futuros, ambicionando a seleção para a segunda fase, com a imersão nos EUA, proporcionando também a aquisição e consolidação de competências de gestão, fundamentais na fase inicial que as equipas atravessam.

João Claro, coordenador do programa, destaca o formato único e inovador do programa, diferenciando-se e complementando as restantes iniciativas de aceleração que existem no país: “temos conseguido impulsionar estas equipas de forma sólida, contribuindo para o sucesso de novos produtos e serviços num mercado internacional, aumentando a sua viabilidade, sustentabilidade e competitividade”.

O responsável reforça que “o programa foi desenhado a pensar no desenvolvimento dos participantes, quer em termos da capacitação de recursos humanos, quer em termos de evolução do negócio”.

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