Academia de Comércio

Incentivar o comércio tradicional de Lisboa

Versão para impressão
Se pretende iniciar um negócio de comércio ou tem um estabelecimento comercial há menos de um ano na cidade de Lisboa pode candidatar-se, até dia 31 de maio, à Academia de Comércio.

Este programa de aceleração, promovido pela Câmara Municipal de Lisboa e desenvolvido pela SBI Consulting, em parceria com a Startup Lisboa, vai apoiar ideias de negócio inovadoras capazes de dinamizar o comércio na capital.

Serão selecionados 20 projetos, privilegiando os que combinem comércio de rua com o mundo online. O programa vai decorrer em 20 dias intercalados, de 6 de junho a 13 de julho, ajudando os participantes a conhecer as tendências do futuro do comércio, explorando conceitos inovadores de retalho e aprimorando as suas competências de gestão, incluindo: análise de mercado, finanças, marketing, entre outras.

Além deste programa de aceleração, a Academia de Comércio de Lisboa vai também:

– ajudar a integrar novos negócios na malha de comércio de Lisboa, ajudando ao intercâmbio de experiências entre os novos e os antigos comerciantes, para que se possam ajudar mutuamente. Para a concretização desta ação, a Academia vai trabalhar com os comerciantes do Beato para os preparar para a instalação do novo Hub Criativo. Tendo em consideração as pessoas que já têm negócios instalados nesta zona, os comerciantes vão poder otimizar as suas lojas e avaliar a viabilidade do seu modelo de negócio;

– realizar um ciclo de quatro workshops para os comerciantes das Lojas com História para otimizar os investimentos no âmbito do fundo municipal disponível para o efeito.

O projeto Academia de Comércio, cujas candidaturas podem ser submetidas aqui, foi concebido por Marta Miraldes, managing partner da SBI Consulting.

Ao caminhar pela baixa de Lisboa, via que as pessoas e lojas que sempre foram referência não se mantinham por não conseguirem acompanhar os desafios do comércio de hoje. “Por outro lado, havia um outro grupo de pessoas com know-how sobre o futuro do retalho e com ideias inovadoras, mas que não conheciam as especificidades deste tipo de comércio de rua”, refere Marta. Deste modo, “tornou-se imperativo juntar estes dois grupos de pessoas para desenvolver a competitividade e a sustentabilidade do comércio em Lisboa”.

O projeto-piloto para esta iniciativa concretizou-se em 2015, com os comerciantes do Castelo de S. Jorge.

Comentários

comentários

Artigos relacionados