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O homem dos 7 ofícios e o autodidata! Duas adoradas figuras e bem presentes nos dias que correm

Seja por uma necessidade imposta pelos difíceis tempos que se atravessam seja porque hoje em dia a informação está mais do que nunca acessível a toda gente em qualquer lado e a toda hora, cada vez mais o homem médio escolhe fazer por si próprio uma série de funções sem recorrer a especialistas da área.

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Desde finanças, passando pela informática e até mesmo na área legal, há pouco que o homem de hoje não tente resolver por si mesmo.

A Propriedade Industrial não é exceção.

Hoje são facilitadas plataformas online que permitem efetuar, por exemplo, um registo de uma marca de uma forma bastante intuitiva e simples.

Impõem-se então a questão: Qual a grande vantagem de recorrer a estes serviços nas empresas especializadas? Porque não fazer sozinho?

Permitam-me que puxe a brasa à minha sardinha!

Embora o processo formal de registo de uma marca nacional seja relativamente simples e intuitivo, conseguir com sucesso uma marca tem muito mais que se lhe diga.

Um dos primeiros passos que se toma quando se decide criar uma marca é obviamente o nome. E esta tarefa é um verdadeiro pesadelo. Tudo o que vem à cabeça ou já existe ou parece-nos impossível de criar um marco na memória dos futuros consumidores.

Um dos maiores e mais comuns erros que é cometido é que o empreendedor, o criador da dita marca, assim que encontra um nome de que gosta começa de imediato a lançar produtos, a investir em materiais de divulgação do nome, compra sacos, caixas e caixinhas, manda fazer letreiros, constrói sites, páginas e blogs e só então se lembra de ir registar.

O problema é que a juntar à dificuldade de chegar a um bom nome, acresce que é necessário fazer uma pesquisa profunda e detalhada de todas as marcas existentes não só em Portugal, como também marcas da União Europeia (nas quais se inclui a proteção em Portugal) e ainda Marcas Internacionais que designem Portugal ou a União Europeia, e verificar se não há nenhuma marca já igual ou semelhante que possa ser confundível e com isso levar a uma eventual recusa do registo ou reclamação por parte de um terceiro detentor de uma marca que julga estar a ser prejudicada com o novo pedido de registo.

Logo aqui encontramos a primeira e grande vantagem de recorrer a empresas especializadas.

Aí o nome selecionado pelo requente para dar vida à marca é analisado e comparado em extensas bases de dados que permitem verificar todas as marcas pedidas e registadas.

O que se ganha então com este aparente simples passo? Segurança. Segurança de que o pedido de registo à partida será aceite sem sofrer uma recusa.

E isto acaba por poupar tempo, dores de cabeça e, muito importante, também dinheiro.

Outra vertente a destacar ao se recorrer a empresas da especialidade está precisamente no acompanhamento e resolução quando não são evitáveis as recusas ou reclamações.

Como? Elaborando respostas e planos de resolução perante tais obstáculos. Ou, claro está, no reverso da moeda, a criar obstáculos a tentativas de registos que se assemelhem ao do Cliente e que possam criar situações de concorrência desleal.

Aqui entra a vigilância da marca que é feita pelas empresas da especialidade. Todos os dias são vigiados todos os novos pedidos de registo de marcas e é feita uma análise de forma a verificar se poderemos estar perante uma situação de imitação de marca!

Tudo o que é encontrado é partilhado com o Cliente juntamente com um plano de hipóteses de resolução para impedir que uma nova marca que esteja em conflito possa ser registada e provocar situações de concorrência desleal.

Estas são as grandes vantagens de deixar a capa de homem dos 7 ofícios em casa e vir sentar-se com uma empresa de pessoas que estudaram e trabalham todos os dias na área.

O investimento vale a pena. Venha ter connosco, ajudamos a tornar todas as expectativas e sonhos que estão comprimidos nessa marca uma realidade.

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