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Multinacional tecnológica é a primeira a receber Certificação em Igualdade de Género

A SAP recebeu no início deste mês o Certificado Internacional para a Igualdade de Género (EDGE – Economic Dividends for Gender Equality), tornando-a na primeira empresa multinacional tecnológica com igual reconhecimento.

Acredita Portugal

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O certificado EDGE foi atribuído tendo em conta o compromisso e ações que a SAP tem desenvolvido no sentido de atingir e manter a diversidade e igualdade de género no local de trabalho.

“A SAP deve estar na vanguarda para levar os negócios ainda mais além,” afirmou Bill McDermott, CEO da SAP. “Este reconhecimento global representa um marco importante nos nossos contínuos esforços para eliminar o preconceito no local de trabalho. Estamos muito orgulhosos dos nossos investimentos em tecnologia e em programas para impulsionar a inclusão. Esta certificação é mais um passo na nossa liderança sobre esta questão crítica, com o objetivo de ajudarmos o mundo a funcionar melhor e melhorarmos a vida das pessoas”.

A SAP tem o compromisso de ocupar 25% das suas posições de direção com pessoas do sexo feminino até ao final de 2017. No segundo trimestre de 2016, as mulheres representavam 24,1% da liderança da empresa e 32,5% da totalidade dos colaboradores.

Com o certificado EDGE, a SAP continua a estabelecer o padrão para a igualdade de género em tecnologia. Aplaudimos os seus esforços para promover uma força de trabalho que facilita uma cultura de diversidade, inclusão e igualdade” referiu Aniela Unguresan, cofundadora da Fundação do Certificado EDGE.

O certificado EDGE é o principal padrão e metodologia para avaliação do compromisso empresarial no que concerne à igualdade de género. A metodologia de avaliação do EDGE, lançado no Fórum Económico Mundial, distingue-se pelo seu rigor e impacto nos negócios.

A certificação mundial, que requer o cumprimento por parte de 80% dos países, onde a organização possui operações, sejam incluídos no processo de avaliação, foi atribuída após uma análise aos dados da empresa, às práticas relativas ao género e às políticas de emprego, além de terem sido considerados adicionalmente os resultados de um questionário junto dos colaboradores de 12 países. Os critérios analisados ​incluem as práticas de recrutamento e promoção, formação e desenvolvimento da liderança, mentoring, trabalho flexível e, ainda, a cultura da empresa.

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