Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

Get2C lidera agrupamento responsável pela execução do Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

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Teve lugar hoje, na Culturgest, a sessão de lançamento dos trabalhos do Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050, com a presença do Primeiro Ministro, António Costa, do Ministro do Ambiente, João Pedro Matos Fernandes e do Presidente da Câmara Municipal de Lisboa, Fernando Medina. A apresentação dos trabalhos do Roteiro coube a Pedro Martins Barata, CEO da Get2C.

O ano passado, na última Conferência das Partes da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (COP22), em Marraquexe, o primeiro ministro de Portugal, António Costa, manifestou a intenção de que o país seja neutro “em emissões de gases com  efeito de estufa (GEE) até ao final da primeira metade do século”. No seu discurso, ficou bem vincado que o país está comprometido com a “ambição política do Acordo de Paris”.

Para prosseguir com este objetivo, foi lançado um concurso público financiado pelo Fundo Ambiental,  tendo sido selecionado o agrupamento liderado pela Get2C. Deste agrupamento fazem parte a Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade Nova de Lisboa (FCT-NOVA), a Lasting Values, a AGRO.GES e a J. Walter Thompson.

Sobre o Roteiro para a Neutralidade Carbónica 2050

O objetivo geral do Roteiro é produzir um vasto conjunto de informação e conhecimento que permita dar suporte técnico ao objetivo político, assumido pelo Governo, de atingir a neutralidade carbónica da economia Portuguesa em 2050, confirmando o posicionamento de Portugal entre aqueles que assumem a liderança no combate às alterações climáticas.

Entende-se por neutralidade carbónica o valor nulo de emissões líquidas de gases com efeito de estufa  (i.e. emissões menos remoções) do total nacional de emissões constante do inventário que Portugal submete no âmbito da Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas (UNFCCC). Assim, o objetivo geral concretiza-se na apresentação de trajetórias alternativas, tecnicamente exequíveis, economicamente viáveis e socialmente aceitáveis, que permitam a redução até 2050.

A descarbonização profunda da economia exige, para além de competências analíticas e ferramentas adequadas, o envolvimento alargado e participado de todos os atores, com vista à análise e discussão das opções de política e à definição das trajetórias de baixo carbono para a economia nacional.

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