10.ª Edição do Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica

Prémio de 20 mil euros distingue trabalhos de jovens investigadores

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Estão abertas as candidaturas à 10.ª edição do Prémio Crioestaminal, que visa distinguir e apoiar projetos de jovens cientistas na área da Biomedicina.

As candidaturas decorrem até ao dia 15 de dezembro de 2017 e a inscrição pode ser submetida através do site www.viveraciencia.org. O prémio, fruto da parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver A Ciência, é dirigido a investigadores portugueses ou estrangeiros, em início de carreira – detentores de doutoramento realizado entre 2007 e 2014, inclusive – que se proponham liderar um projeto autónomo numa instituição portuguesa.

O prémio, avaliado por um júri internacional, tem o valor monetário de 20 mil euros. Na edição deste ano, além do 1.º Prémio, serão ainda entregues duas menções honrosas, que terão também a oportunidade de apresentar o seu projeto na cerimónia de entrega do Prémio.

“O Prémio Crioestaminal é um projeto muito importante para a Crioestaminal, e o facto de assinalarmos este ano a sua 10.ª edição demonstra a enorme aceitação que tem tido junto dos jovens investigadores. Também é gratificante ver que os prémios de edições anteriores foram atribuídos a cientistas que se tornaram uma referência na sua área, tendo este prémio ajudado a consolidar as suas carreiras.” refere André Gomes, CEO da Crioestaminal.

Leonor Saúde, Vice-Presidente da Associação Viver a Ciência lembra que “este prémio é já uma referência para os jovens investigadores. Além de permitir a promoção da investigação científica realizada em Portugal, estimula não só a qualidade dos trabalhos como a competitividade a nível nacional e internacional”.

Desde o seu início, o Prémio Crioestaminal distinguiu diversos projetos de investigadores, entre eles, Sandra Macedo Ribeiro (2005) e Hélder Maiato (2006), do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Bettencourt-Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010). O investigador Bruno Costa-Silva, da Fundação Champalimaud, foi o vencedor da edição do ano passado, com um trabalho de investigação sobre o cancro do pâncreas.

O regulamento está disponível para consulta no site da Associação Viver a Ciência AQUI

 

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