Conselho de Ministros aprova fundo de €200 milhões para apoiar PME e startups

Versão para impressãoO Fundo de Coinvestimento 200M foi aprovado esta quinta-feira na reunião do Conselho de Ministros, destinando-se a apoiar pequenas empresas, incluindo as startups, na fase de arranque e crescimento, através da criação de um regime de coinvestimento com os privados de forma a atrair investidores estrangeiros qualificados que apoiem as empresas numa etapa de […]

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O Fundo de Coinvestimento 200M foi aprovado esta quinta-feira na reunião do Conselho de Ministros, destinando-se a apoiar pequenas empresas, incluindo as startups, na fase de arranque e crescimento, através da criação de um regime de coinvestimento com os privados de forma a atrair investidores estrangeiros qualificados que apoiem as empresas numa etapa de crescimento.

O Ministro da Economia, Manuel Caldeira Cabral, afirmou que o fundo foi preparado na sequência da Web Summit de Lisboa em 2016 e tem o objetivo de «apoiar pequenas empresas, startups e empresas tecnológicas na fase de aceleração e de crescimento».

«Queremos que estas empresas das áreas tecnológicas não fiquem apenas nas fases iniciais por terem dificuldade em encontrar investimento», disse Caldeira Cabral, acrescentando a meta de que os investidores estrangeiros e qualificados tragam para Portugal capital e o conhecimento de investir na área tecnológica e no acesso ao mercado.

O Ministro afirmou que esta «é uma decisão importante e que insere já na preparação da nova Web Summit», dizendo ainda que «este instrumento vai ser muito importante e entusiasmar ainda mais os investidores estrangeiros e os empreendedores a virem para Portugal».

Além de fomentar a constituição ou capitalização de empresas e promover o incremento da atividade de capital de risco em Portugal, o fundo permitirá também «reduzir o número de intermediários no investimento a realizar pelo fundo autónomo instituído, com a consequente diminuição de custos de contexto e maximização dos montantes disponíveis para investimento», refere o comunicado do Conselho de Ministros.

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