Cresce a tendência de passar férias fora de casa no Natal e fim de ano

Apesar do Natal ser o período do ano destinado à família, cresce a percentagem daqueles que aproveitam para fazer férias fora de casa nesta altura do ano. Ainda assim, a maioria dos que passam férias longe do lar não dispensam fazê-lo junto dos familiares mais próximos.

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De acordo com o Observador Cetelem Natal 2017, cresce o número de portugueses que aproveita o período natalício e o fim de ano para fazer férias fora de casa. Assim, 16% dos inquiridos respondeu nesse sentido, mais 3 pontos percentuais que no ano passado. Relativamente a essa percentagem, 10% tem em mente encontrar-se com a família, enquanto 6% prefere sair para passear e viajar. Entre aqueles que não planeiam férias de Natal, 14% não o faz por indisponibilidade financeira, enquanto 65% tem outro motivo para essa decisão.

Refira-se que os residentes no Porto têm maior tendência para viajar neste período, em comparação com os lisboetas (18%, contra 12 pontos percentuais). Por regiões, é no centro do país que  mais pessoas planeiam passar férias no Natal, 21%, contra 19% dos habitantes no sul que o mencionam e 14% dos nortenhos.

Passar o Natal em casa

Portugal continua a manter a tradição de celebrar o Natal. Assim, entre os inquiridos do estudo do Observador Cetelem, 95% vai  festejar esta época. Entre estes, 92% deverá celebrar em casa, enquanto apenas 3% o fará noutros espaços, mais concretamente restaurantes ou hotéis. Importa salientar que muitos portugueses passarão esta data festiva, não só em sua casa, mas também na de familiares. Assim, 57% passam o Natal na sua casa, enquanto 58% refere que desfrutará do período festivo junto de familiares.

O Observador Cetelem Natal 2017 tem por base uma amostra representativa de 600 indivíduos residentes em Portugal Continental, de ambos os géneros e com idades compreendidas entre os 18 e os 65 anos. Estes foram entrevistados telefonicamente, com informação recolhida por intermédio de um questionário estruturado de perguntas fechadas. O trabalho de campo foi realizado pela empresa de estudos de mercado Nielsen, entre os dias 23 setembro a 6 de outubro, e um erro máximo de +4,0 para um intervalo de confiança de 95%.

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