Empreendedorismo deve ser incutido às crianças

Se é desde “pequenino que se torce o penino”, o mesmo se aplica ao empreendedorismo que deve ser promovido nas crianças nos três primeiros anos de vida. A conclusão resulta de vários estudos realizados pela GYMBOREE Play & Music, com o apoio de pediatras e especialistas de desenvolvimento infantil.

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Segundo a entidade líder em programas de desenvolvimento infantil, nos primeiros três anos de vida o cérebro de uma criança está mais ativo. É, assim, fundamental que os pais e cuidadores promovam o desenvolvimento da criança durante esta fase, ajudando-a a adquirir as competências chave nas diferentes etapas do seu desenvolvimento – capacidades motoras, sociais e de autoestima – de que irão necessitar para se tornarem adultos confiantes, felizes, bem-sucedidos e empreendedores.

É importante que se saiba, então, o que se pode fazer para estimular a criança de forma saudável e apropriada nas diferentes fases destes três primeiros anos.

A GYMBOREE Play & Music sugere o enfoque numa atitude e postura na vida que se revela muito positiva e valorizada na fase adulta: o empreendedorismo. A educação para o empreendedorismo traduz-se no desenvolvimento de seis competências-chave: a autoconfiança e a assunção de riscos; a iniciativa e a energia; a resistência e o fracasso; a criatividade e a inovação; o planeamento e a organização e as relações pessoais.

 

Saiba como desenvolver, em cada idade, estas competências:

  • Para os bebés até aos 6 meses, cujo objetivo de desenvolvimento é ajudá-lo a tornar-se calmo, atento e interessado no mundo novo, deve reforçar-se o toque associado à estimulação sonora. Brincadeiras deste tipo ajudam na estimulação de algumas competências-chave para o empreendedorismo, como a autoconfiança e as relações pessoais. O adulto terá um papel de elevada importância na transmissão de segurança ao bebé e fortalecerá o laço afetivo entre ambos nesta rica associação entre o toque, que também promove a consciência corporal e a estimulação auditiva.
  • A partir dos 16 meses, é natural que a criança goste de experimentar antes de tirar as suas conclusões, testando as suas teorias vezes sem conta. Assim, nesta fase deve reforçar-se o conceito de ‘laboratório’, em que a criança deve experimentar jogos de formas e de resolução de problemas – com encaixe de formas, por exemplo.
  • Já perto dos 3 anos, a criança fica mais autónoma, conseguindo assumir tarefas simples e de cooperação. Nesta fase, será então ideal que se comecem a desenvolver atividades mais criativas e autónomas, sobretudo ao ar livre, onde a criança possa explorar a sua independência e proatividade. Fazer sombras com as mãos, construir formas com ramos e folhas e potenciar jogos de grupos são excelentes técnicas para reforçar a criatividade e as relações pessoais – alicerces básicos para o empreendedorismo.

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