Prémio Crioestaminal em Investigação Biomédica

Número recorde de candidaturas

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O Prémio Crioestaminal, primeiro banco de criopreservação em Portugal, recebeu o número recorde de 97 candidaturas em Investigação Biomédica.

A parceria entre a Crioestaminal e a Associação Viver tem como função dar apoio aos investigadores que queiram devolver projetos pioneiros na área da Biomedicina em território nacional. A bolsa, no valor de 20 mil euros, é das mais elevadas a ser atribuídas em Portugal.

28 Cientistas nacionais e internacionais fazem parte do júri desta edição.

O júri desta edição é constituído por um painel de 28 cientistas nacionais e internacionais provenientes de 11 países: Harvard Medical School (EUA), Gottingen Graduate School for Neurosciences, Biophysics and Molecular Biosciences (Alemanha),  VIB‐KU Leuven Center for Brain & Disease Research, Laboratory for the Research of Neurodegenerative Diseases, K.U. Leuven (Bélgica),Institut Pasteur (França), National Heart and Lung Institute (Reino Unido),  Instituto de Física da Universidade de São Paulo (Brasil), Universidade de Bilkent (Turquia), Centro Andaluz de Biologia Molecular e Medicina Regenerativa (Espanha) e Centro de Química-Física Molecular do Instituto Superior Técnico (Portugal).

“O número extraordinário de candidaturas à 9.ª edição do Prémio Crioestaminal é o claro sinal de que Portugal não está parado no que diz respeito à investigação biomédica. Este prémio propôs-se, desde que foi criado há doze anos, ser um estímulo à investigação no nosso país. Contar com um júri tão prestigiado e oriundo de geografias tão diversas é, aliás, uma forma de também promover e credibilizar o rigoroso trabalho científico desenvolvido em Portugal”, revela André Gomes, Fundador e CEO da Crioestaminal.

O Prémio é orientado a investigadores, portugueses ou estrangeiros, doutorados há mais de três anos e há menos de dez, que se proponham realizar um projeto de investigação autónomo sob sua responsabilidade numa instituição portuguesa.

Sandra Macedo Ribeiro  (2005) e Hélder Maiato  (2006), ambos do Instituto de Biologia Molecular e Celular, no Porto; Mónica Dias, do Instituto Gulbenkian de Ciência (ICG) de Oeiras (2007); Lino Ferreira, do Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra e do Biocant – Centro de Inovação e Biotecnologia (2008); Lars Jansen, do ICG (2009) e Luísa Figueiredo, do Instituto de Medicina Molecular (2010) foram alguns dos investigadores que o Prémio Crioestaminal distinguiu.

“Este prémio é uma importante fonte de financiamento para uma fase particularmente crítica do percurso de um cientista: a altura em que se começa a liderar os primeiros projetos de investigação para os quais nem sempre é fácil encontrar fontes de financiamento. O número elevado de candidaturas significa que a nossa comunidade científica está muito dinâmica e cheia de ideias.”, destaca Leonor Saúde Vice-Presidente, da Associação Viver a Ciência.

O regulamento da 9.ª Edição do Prémio Crioestaminal está disponível para consulta em: http://www.viveraciencia.org/premiocrioestaminal

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