Profissionais portugueses querem clientes mais focados na qualidade e menos no custo 

Os profissionais revelam que procuram clientes mais focados no detalhe, objetividade e qualidade, e menos no custo do serviço que é contratado. 

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A Fixando plataforma portuguesa de contratação de serviços locais, divulgou os resultados do inquérito realizado entre os profissionais disponíveis na plataforma, identificados como pequenos empresários, em nome individual e freelancer. No extenso inquérito, os profissionais apresentam o perfil do cliente ideal e indicam os principais problemas que encontram diariamente ao lidar com clientes:

  •  “Por vezes os clientes não especificam o que procuram” e, “As pessoas focam-se demasiado no custo do projeto, em vez da qualidade”, são os dois principais consensos dos profissionais que estão entre as 1200 categorias disponíveis na plataforma, desde canalizador a wedding planner.
  • O cliente ideal, segundo o levantamento do inquérito, é alguém que tenha objetividade, atenção ao detalhe, seja verdadeiro e indique quanto está realmente disposto a pagar.
  • Por outro lado, os utilizadores desta plataforma online como ferramenta de trabalho, indicam que quando encontram um cliente satisfatório para as duas partes, é habitual serem solicitados para um segundo encontro com o mesmo cliente, e serem inclusive recomendados a amigos.
  • A maioria dos profissionais (66%) confirma que utiliza a plataforma como canal de rendimentos extra, ou seja, complementar à atividade principal. Os restantes 34% utilizam mesmo a Fixando como ocupação primordial, ou até, para ocupar os tempos livres.
  • A internet é hoje a principal, se não única, forma de divulgação destes serviços complementares. Os profissionais garantem que jornais, revistas, outdoors e cartazes deixaram de funcionar, apesar de alguns ainda utilizarem panfletos, folhetos e cartões-de-visita como estratégia de comunicação.
  • O método preferencial de comunicação direta com os clientes é o e-mail, seguido de chamada de telemóvel, WhatsApp e SMS.
  • Quase metade (49%) tem mais de dez anos de carreira.

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